O título traduzido no português pode não ser muito atraente, nos remetendo a pensar em mais um clichê americano. Mas clichê é a última denominação que se poderia dar para o filme. Com exceção do final, tudo é completamente original e diferente e a história é contada por uma narração intrigante com diálogos questionadores e interativos.
Dessa vez, o diretor Woody Allen questiona a radicalidade do ranzinza gênio Boris Yellnikoff (Larry David) que, ao conhecer Melodie St. Ann Celestine (Evan Rachel Wood) tem sua vida mudada. A história começa quando Melodie, fugindo de casa, aparece no humilde apartamento de Boris. Não tendo o que comer nem onde morar, a garota insiste em ficar por lá por um tempo – tempo que se torna anos. O velho é muito culto e questionador da sociedade e seus costumes, contudo vive de modo árido e solitário. Em contrapartida a garota é completamente ingênua e bobinha e, apesar de não possui nenhum pensamento filosófico, vive com muito mais doçura e aproveita muito melhor a vida.
É sob esse contexto que a trama se desenrola. Contudo, o foco do filme não se restringe somente a vida dos dois. A história permeia vários contextos e pessoas, já que seu intuito é muito mais acabar com certos clichês da sociedade e impor um novo estilo de pensamento, do que de fato, contar uma história.
"Simplicidade é o que há de mais sofisticado"
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ResponderExcluirNão, eu entendi o que você quer dizer e concordo com você! Ser do jeito que ela é já é um estilo de vida. Qualquer vida tem uma filosofia a ser seguida, uma ideia, uma ideologia...
ResponderExcluirE sei como é isso de "melecas filosófica". Tive uma fase que já fui muito assim, mas agora estou caminhando para uma vida mais de aproveitar a situação, o momento. Mas é CLARO, que com certa responsabilidade e tals....