terça-feira, 31 de maio de 2011

Cansada de ser ninguém!



Estou presa...
Estou presa...
Estou presa...

Na vida, no mundo e na minha própria alma!

Sim, eu sou ninguém e minha paciência já está se esgotando nesse mundo. Toda vez que costumo me sentir assim, digo com certa maldade, que Deus não é perfeito, pois ao me criar, cometeu seu primeiro pecado e para se salvar deveria provocar a minha morte.
Ta, eu sei, é um tanto pesado e fala sobre certas questões que não são do meu alcance. Mas isso não importa. Quando se entra em um certo estágio de depressão, você nem liga mais pra nada nessa vida. FODA-SE O MUNDO!

É bem isso mesmo. Acho que na verdade o que me falta é liberdade. Me sinto presa na escola, na vida. Me sinto presa dentro de mim. Não sou quem eu sou. Ninguém me enxerga como sou. E isso me irrita e causa uma profundia angústia.

Tenho tanto a dizer e a falar, mas não há quem ouça! E não porque não haja pessoas e sim porque eu não sei como abordar o que eu quero da forma como quero. Eu amo refletir e analisar sobre o mundo, mas como vou falar isso? Com quem vou trocar essas ideias?

Vou chegar num meio de uma conversa de meninas ou meninos e dizer: "Querem ouvir minhas análises sobre a sociedade?''

Não é conveniente! E é justo por isso que eu me calo. Sim, eu me calo, pois não tenho assunto com as pessoas. Se a conversa não é sobre arte ou outras reflexões eu não sei o que dizer, até porque não tenho vida e por consequência, experiências em comum para compartilhar.

É um saco. Porque isso faz com que eu seja a doce menina quieta e santa que é educada e certamente vai passar no vestibular. Não sei como! Minhas notas são péssimas e as porras dos professores não são nem capazes de enxergar isso, porque criam esteriótipos sobre as pessoas.

Só porque eu não bagunço na aula ou respeito eles, não significa que sou estudiosa. Mas não! NINGUÉM ENXERGA ISSO, PORRA!

Também me acham magrinha, mas EU NÃO SOU MAGRINHA, CACETE! Não sou nada do que os outros dizem que sou. E é por isso que eu me considero um nada! Porque nada do que eu sou para os outros é verdadeiro.

Não sei como me expressar e por consequência me calo. E quando me calo, as pessoas me generalizam e chegam a brilhante conclusão que sou "quieta, meiga e educada."

No entanto EU NÃO SOU ISSO! Só não estou no lugar adequado! Já vivi tanta coisa, já presenciei diversos fatos e conheci mulhões de pessoas. Tudo o que eu queria agora era ser ouvida e não mais ouvir. Queria poder me expressar de algum modo. MAS NINGUÉM ME DA ESPAÇOOOOO!

CARALHOOO, EU PRECISO SER EU! To com saudades de sentir eu mesma! Preciso fugir desse lugar, fugir para um lugar distante! Cansei de ouvir, de entender, JÁ DEU!

Cansei de ser o que não sou. Sou inútil. Pelo menos ando inútil para o mundo.

Estou presa...
Estou presa...
Estou presa...

Na vida, no mundo e na minha própria alma!

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Uma mulher ainda não desvendada!



Sabe de uma coisa? Ás vezes sinto que não há homens que me entendam e que saibam me descrever...

Já há algum tempo, no teatro, tivemos de ler a peça "A Serpente", de Nelson Rodrigues e... sabe de uma coisa? Por mais que seja eu tenha gostado muito e que o enredo seja completamente instigante, complexo e forte, sinto que é algo muito fora da minha realidade. Deixo explicar melhor: pra mim, Nelson Rodrigues só sabe explicar um único tipo de mulher: a sensual, a sedutora inteligente ou a que arquiteta planos malígnos através de sua beleza. Se for pra analisar bem, os três tipos são a mesma mulher, revestida de personagens e classes sociais distintas.

Seus textos fazem muito referência ao sexo (fato que eu não vejo o menor problema) e também sobre mulheres sedutoras. Mas não há textos deles que falem sobre mulheres alternativas, rockeiras, loucas ou algo do tipo. Quer dizer, ter, têm, mas é sempre numa linha ligada a sensualidade... O que eu vejo nas mulheres dele, é algo muito verídico e bem complexo de entender, mas que está longe de se comparar a mim.

Não sou como suas mulheres, pois não sei fazer jogos de sedução, definitivamente. O ato de conquistar e fazer belas declarações de amor me atraem muito mais do que "seduzir" . E não que eu tenha algo contra a sedução. De maneira NENHUMA! Tenho um amiga que a faz muito bem e é ÍNCRÍVEL como os homens caem em seus jogos do jeito que ela planejava. E ainda ela dá o troco final, sem que isso fira a pessoa por completo. Isso sempre com um intuito de "mudar a cabeça dos homens". E, por incrível que pareça, ela consegue! É INSANO!

E é disso que eu falo: dessas mulheres, os homens sabem falar...

Mas eu? Não. Eu não tenho essa capacidade de persuasão... Sei persuadir, mas não por meio da sedução. Minha forma de persuadir é através da racionalização das minha ideias. Até porque eu acho que convencer por meio da sedução é uma "mudança iludida". Você não mudou de fato a cabeça do ser; só fez um negócio, que poderá dar frutos ou não, se é que ficou claro. Há um interesse de ambos aí, pois enquanto um quer desfrutar de seu corpo e beleza, a outra quer fazer um jogo com suas ideias, brincar...

Essa minha amiga não é puta e nem já fez sexo ou algo do tipo. Aliás, ela quase nem ficou com meninos direito, mas todos pensam diferente... Seu modo de agir, seus olhos verdes de gato e sua postura mostram algo que é incrivelmente sedutor para os homens. Fico PASMA! Eu não tenho essa capacidade; não nasci com esse dom. Mas cá entre nós, AINDA BEM. O que seria do mundo, se todos tivessem as mesmas aptidões? Um caos...

Mas continuemos. O segundo fato é que sou MUITO ÓBVIA! Eu não sou do tipo de mulher que esconde algo que sente ou que faz "cu doce". Se quero, eu quero; se eu não quero, não insista, porque eu falo a verdade. Não sei dizer "Não quero teu beijo", quando na verdade quero. Daí você vai se perguntar: "E suas encenações sublimes?" e "E seus personagens que de tão reais fazem parte de tua personalidade?". Sim, eu possuo tudo isso, mas não quando meu intuito é estabelecer um canal de "sedução". Aliás, esse segundo item está bem relacionado com o primeiro, porque eu simplesmente NÃO SEI SEDUZIR!

Mulheres quando fazem "cu doce", tem um jeito todo especial ao dizê-lo. É intencional, é pra provocar o desejo alheio. Elas querem, mas se fingem de vítima!!! Já eu, não! Se, por um acaso eu tentar dizer um não e na verdade quero, vai sair tão real e tão sincero, que o homem vai desistir na mesma hora! Sou crua nesse aspecto. Não sou feita pra ser conquistada e sim, conquistar. Estranho isso, mas é a mais pura verdade. Eu que conquisto os outros com o meu jeito e não o oposto. E se por um acaso sou seduzida por um ser, é sempre pela sua ideologia ou pelo seu modo de agir... Ou seja, A PESSOA NÃO TINHA O INTUITO DE ME SEDUZIR, simples!

Exemplos clássicos são professores. Sou altamente conquistas por eles. No entanto isso ocorre com mulheres, pássaros, vento, mar e tudo que eu considerar belo. Pode ser uma formiga, um botão de uma rosa prestes a nascer ou mesmo um grande homem corajoso. NÃO IMPORTA! È por isso que sou seduzida! Com um detalhe: nunca há sentido sexual nisso!

O sentido sexual vem necessariamente do amor. É incrível isso! Nunca consigo desejar alguém no sentido carnal, se eu não gosto. Eu preciso da fato amar, idolatrar ou simplesmente achá-lo interessante. E é aí sim que eu sou intensa e desejo loucamente o sexo. Mas SÓ SE HÁ AMOR! E isso está longe de ser uma regra que eu quero que as pessoas sigam! Fora disso! Isso é o que EU sinto! Cada um que descubra sua forma...

E mesmo no sexo eu também gosto de conquistar. Sim CONQUISTAR! O jetinho, o olhar da pessoa e tudo mais. Seilá, sou bem mais homem, segundo a definição dos próprios homens.

O que mais? SEMPRE ME IDENTIFICO COM HOMENS! E não porque seja lésbica. Longe disso! E não que tenha algum preconceito. De maneira nenhuma! Acontece, que ao ler histórias e contos, eu sempre me identifico com HOMENS! Modo de agir, modo de pensar, etc...

É claro que, nisso tudo, há todo um aspecto histórico que envolve o machismo que sofríamos e ainda sofremos pela sociedade! É claro.. É claro... E é por isso mesmo que eu digo: NÃO SOU UMA MULHER PARECIDA COM A IMAGEM QUE OS HOMENS TEM DE UMA MULHER!
Por exemplo, NÃO HÁ registros de mulheres filósofas. Por que? A resposta já sabemos, não precisa ser dita.
Acontece que na atualidade há, eu =p! E eu me identifico MIL VEZES mais com Sócrates do que a mulherzinha sensual da esquina.

Leio romances de apaixonados e eu sempre sou o apaixonado platonicamente; não "o amor platônico".
Vejo revoluções, assisto filmes e quase sempre sou o HOMEM! Perceba que há o "quase" bem ressaltado. Sim, porque há muitas exceções... Mas falemos do geral:
Sabe Moulain Rouge? Já assistiiram? Então, sou IGUAL ao cara que é escritor, igualzinha!!!
Sou muuuito Romeu e me apaixonei pelo Victor Frankstein e pelo monstro de Mary Shalley. E Werther, então?
O que me dizer desses caras? Sâo eu!!! PURAMENTE EU!
Em seu modo de agir, em sua eloquência exacerbada, em seus sentimentos...

Li uma vez o Noviço de Martins Penna e me identifiquei MUITO com o Carlos. Lembro-me que empolguei tanto com uma fala que ele critica a sociedade por "definir papéis e não deixar cada um seguir sua própria vocação" que a encenei de forma brilhante.
Dom Casmurro, o mesmo. Sou Bentinho! Muito mais do que Capitu! Incomparavelmente mais parecida com ele do que com Capitu!

O que masi? Não me encanto por pequenas coisas. Se gosto, eu amo; e seu eu não gosto, abomino. Por isso eu nunca me encanto com bilhetinhos de amor ou frases feitas como: "Ai como é belo o casamento!". NÃO, NÃO e NÃO!

Para exemplificar, vou dar um típico exemplo da minha sala:

"Uma aluna perguntou ao professor: "Você estava passeado com a sua mulher na Paulista? Eu os vi... Estavam tão lindos.."
E todas as meninas suspiraram "Ahhhh" ou "Ounnn" de tipo "que fofinho"...
Eu já não! Achei a coisa mais normal do mundo sair pela Av. PAulista com a esposa. Grande coisa! Namorados fazem isso mesmo, não é?
Não vi graça alguma e fui a única menina da sala a não achar "fofinho".

No entanto, penso que, se essa tal menina descrevesse essa mesma cena, contando que o olhar dela ia de encontro aos dele, que seus corpos entrelaçavam-se afetuosamente e que ao vê-los o seu dia ficou melhor, eu realmente teria olhada para ela com admiração e me emocionaria a ponto de alegrar-se.

E aí que eu percebi que é o "COMO" e não o "O QUE". Fatos iguais podem ser narrados com profundezas diferentes. E eu sou muito mais influenciada e tocada pelo como se conta do que pelo o que se conta. Não me importa se a história seja a mais banal e tola possível. Se o como seja tão intenso e profundo, ele pode substituir mil e umas histórias super criativas contadas de um modo banal!

E o que isso tem a ver? Tem a ver que, por mais profunda e complexa que eu seja, eu não me emociono fácil. Precisa ser algo incrível pra conseguir tirar o meu fôlego e me fazer suspirar. Não é qualquer pessoa ou qualquer ato que me fará feliz. E isso se destoa da maior parte das mulheres que choram por seus namorados, são "sensíveis, oh meu Deus, que DÓ"! Sim, isso bem irônico, pois dó eu não tenho nenhuma e eu acho elas (as meninas) umas grandes babacas. São bobas, coitadas! OS meninos pregam cada uma nelas e elas são tão estúpidas que caem em qualquer uma. Tudo isso por conta da sua "fragilidade" e "sensibilidade". =/

Uma vez, lembro-me que eu vi a cena de amigas consolando uma outra, por ter sido traída pelo namorado. E eu me perguntei: "Será que isso não era tão óbvio assim?" E não! Não era! Porque sou eu quem analisa o mundo e não a "maioria das pessoas". Se analisassem,  perceberiam que tal atitude é ÓBVIA - visto a personalidade do garoto e a ingenuidade da garota! Mas tudo isso era puramente dedução e MINHA, só MINHA! Nunca vi nada de anormal ou uma suspeita. Pura análise de comportamento humano e por isso, obviamente, não me choquei! =/

Nem triste mesmo fiquei. Fui tão fria e sórdida que até vi muita graça na cena da garota chorando. Sim, é algo bem maléfico, eu sei, mas foi o que aconteceu. Mas por que essa frieza nos sentimentos? Porque seu caso amoroso era PURAMENTE ÓBVIO E PREVISTO!=/

Contudo, há namoros e casais que me encantam. Sim, eles me emocionam e eu torço tanto pra dar certo, que quase pareço estar sendo a namorada, em vez de uma simples "platéia".
Nessas horas, sou altamente profunda e sentimental. Sou louca, desesperada e intensa. Aí de quando o meu amor for retribuído. Aí!!
Meus sentimentos são muito explosivos e: ou sou fria, ou sou quente, meio termo não dá! Não com meus sentimentos!

Mas e aí? E a questão da mulher? Apesar de que essa intensidade seja algo muito mais de pessoa por pessoa, homens não se "iludem fácil". Quando a coisa é superficial, eles são bem superficiais mesmo. Comem todas, traem e fazem milhões de travessuras. No entanto, se o homem (macho propriamente dito) ama, ele é louco a tal ponto de desperdiçar sua própria vida e viver exclusivamente de tal paixão. Se é algo de extrema profundidade, homens se chocam e se emocionam. Já mulheres, se emocionam com tudo, sejam assuntos bobos ou profundos...

Pode parecer bem machista esse meu comentário, mas não é. E não me refiro a todos os públicos. Essa observação foi feita somente com base na minha série de colegial de São Paulo, apesar de ser muito bem colocada em outras ocasiões.

Sei muito bem que há mulheres e mulheres, da mesma forma, que há homens e homens... Mas acontece, que parece que NÃO HÁ HOMENS QUE DESCREVAM MULHERES COMO EU! Entende?

É difícil encontrar personagens mulheres que não sejam marcadas pela sensualidade. Por mais belos que sejam elogios que os homens fazem à elas, em seus livros sempre há personagens marcadas pela "sensibilidade, "colo de mãe" ou "sensual".

Lembro-me de vários personagens femininas que dominam os homens e que conseguem obter poder. Mas é sempre pelo que? Olhar, seios belos, voz suave, mãos macias... Somente isso! E eu não me encaixo com nenhuma das classificações. Sou bem menina ainda, perto dessas "mulheres". Quem sabe, se quando crescer, posso mudar, heim? Mas não quero mudar, gosto muito da "minha mulher". É alternativa e ainda desconhecida pelos homens.

Mas há uma pessoa que conseguiu falar minha alma de mulher! E sabe quem é ela? Rita Lee! Sim, exatamente ela! Ela é um ser completamente apaixonada por mulheres! Meu pai é fã dela e comprou um DVD, gravado recentemente, em que ela conta sobre sua vida e é MUITO legal, pois ela fala das mulheres loucas, revolucionárias, sensuais e sai daquela coisa de "mistério feminino", "mãe sensível" e aqueles tremendos clichês, que tanto me incomodam!

Chico Buarque também superou minhas expectativas. Há músicas em que ele realmente entende o "outro lado", o lado "fora da sensualidade" e isso é bem legal! A própria Julieta de Shakespeare é uma menina que eu gosto pra caramba! Ela não é sonsa e iludida; e sim intensa e ousada! Me identifiquei MUITO com ela! Tanto que há no livro uma passagem que ela diz pro Romeu que seu comportamento pode parecer um tanto quanto precipitado e meio atirado, pois ela não é como as "outras" que fazem "cu doce".

E isso foi muito EU! Também não faria... Se tivesse um Romeu na minha vida, falaria tudo o que desse e viesse, sem me preocupar com as consequências... Julieta é uma menina alternativa, maluca, sonhadora e intensa. É uma personagem feminina bem retratada por Shakespeare.

O que mais? Só pra finalizar, vou dar outro exemplo da minha "não feminilidade"
Meninos e até mesmo alguns homens adoram encher o saco das meninas com coisas bestas. Pegar uma caneta, contar uma piada, riscar sua carteira... sempre com o intuito de irritar. No entanto, o efeito do ato proposto nunca ocorre comigo, pois eu nunca me irrito.
Lembro-me que meu professor de física do ano passado, sempre brincava com as meninas quando as via comendo escondido na aula, dizendo:

- “Vão ficar todas umas bolinhas!”

E nossa, elas ficavam muito bravas  e se sentiam muito culpadas.. Eu? Se um cara me falasse que eu engordaria, daria risada e continuaria comendo... haaha

Quer outro exemplo? Um amigo meu tava brincando com um spray de hortelã, quando, sem querer jogou em mim. Começou a dar tanta risada...

Já eu, fiquei com o cabelo todo melado, contudo não fiz nada e me mantive calma e quieta. A partir desse momento, ele sempre me ameaçava jogar o spray de novo em mim. Mas eu só ria, não fazia nenhum outro gesto e nem me recuava, pois sabia perfeitamente que ele não jogaria o spray. Mas logo pensei: uma menina comum teria exclamado: "Eca, grudou no meu cabelo!" e ficaria toda estressadinha e revoltada. Isso causaria um tumulto e logo uma conversa. Poderiam se tornar amigos e o garoto continuaria a fazer brincadeiras com a menina, pois saberia muito bem que ela entraria na dele.

Já observei muitos casos assim... Mas eu? Sou uma PAMONHA! E não por idiotice, mas é que eu realmente não me incomodo se um cara diz joga um papelzinho em mim ou risca o meu caderno de brincadeira... Conclusão disso: os meninos simplesmente não sabem como falar comigo, como se socializar. Nunca conseguem conectar um diálogo, justamente porque eu sou completamente fora do padrão de mulheres que eles costumam conviver...

Há outro exemplo, que também remete a sexualidade. Sou crua em meus atos. Não me maqueio, nem penteio direito o cabelo e mais do que isso, meus atos são simplesmente atos.
Observo a Camilla - a menina mais cobiçada da série - e ela por sua vez, é o oposto de mim:  
cada ato, é o ato. Irei explicar melhor...

Eu, como uma boa analisadora e livres de influências de "me apaixonar por mulheres", consigo perceber bem  que acontece. Ela é uma boa menina. Sim, boa e não tem nada de falsa. Não é filósofa como eu, mas gosta muito de arte e é sensível a ponto de sempre perguntar se estou bem ou não. Conversamos às vezes na aula. Ela é bem legal, gosto muito dela e super dá pra aprofundar alguns temas mais profundos com ela. Tira grandes notas e é também uma pessoa interessada... E o que tem ela?

Ela não e só uma garota, ela é A GAROTA! Cada gesto que ela faz é "o gesto". Percebo claramente o modo de ajeitar sua blusa. Ela ajeita com uma tremenda delicadeza e balança os cabelos com tamanha sensualidade. Sua voz é suave e envolvente e seu sorriso é realmente contagiante. Por mais que pense como as outras meninas, cada gesto é único e exclusivo seu. Ninguém senta como Camilla ou se pentea como ela. Nenhuma chegada na sala causa mais impacto que a dela. E sim, os meninos a acham inteligente, simpática e, mais do que tudo, a consideram especial.

Os meninos a idolatram e se apaixonam por cada passada que suas pernas torneadas dão. Analisam cautelosamente seu corpo e para eles não há nada tão belo... E tudo isso numa completa sensualidade, que eu tenho comigo, que é proposital! Mas não há nada de errado com isso! Não vejo problema nisso. Só quero mostrar, que o jeito como ela se porta influencia muito mais do que sua aparência em si.

Analisando de modo mais racional e comparando com o "padrão" da sociedade atual, eu to bem mais na moda do que ela. E isso não algo invejoso, é uma observação gritante que, qualquer um que não pertença àquela escola percebe. Ela não é magra e tem muita barriga. Também tem pernas cheias de celulite e estrias. Seu cabelo é artificial e não possuí absolutamente nada de peito.

Parando pra me observar, percebo que meu corpo ta mais no "padrão". Não tenho barriga, meios seios são relativamente grandes e tenho uma bunda relativa com pernas completamente livres de estrias. Se o que as revistas da moda falassem acontecessem na prática e o que a TV dissesse fosse verdade, eu seria a "gostosona do momento". No entanto, sou completamente indiferente na sala, porque meus olhos são retraídos e calculistas e meu comportamento é muito analisador. Sou bem indiferente na visão dos homens, bem mesmo! Não tenho magia em meu ser que desperte nos homens uma vontade de me conhecer. Mas fazer o que? Esse é o MEU JEITO! E sinceramente? Eu AMO ele! Essa sou eu e pretendo continuar sendo...

O que peço à que vocês, homens, futuros novos escritores e artistas, é que retratassem mulheres como eu e muitas outras que não se encaixam com os padrões:

"sensual", "sensível" ou "colo de mãe"

Afinal eu também existo e não sou lésbica!!!

terça-feira, 10 de maio de 2011

A contraditória!

OBS: é a quinta vez que entro pra postar algo e por conta do sono, não conluo. Mas dessa vez resolvi postar o que tinha mesmo. Deu nisso aí:

Sim, eu sou um tanto contraditória! Mas não de propósito, mas sim por traumas de minha vida.

Não vivo criticando os racionais? Não xingo aqueles que se esquecem de se arriscar e sentir a vida?
Pois, eu sou um desses seres criticados. Odeio racionais, mas eu sou completamente racional. Dou lógica a tudo e penso MUITO antes de agir. É certo que não sou racional do jeito que critico, mas QUANTAS VEZES, de tanto pensar acabei por não fazer algo por medo de errar ou por medo de não dar certo?
Sim, eu sou covarde e racionalizo deeeeemaaaais as coisas, o que é ótimo, quanto feito na medida. Mas no meu caso é algo exacerbado e que muito me atrapalha em certas situações.

Um exemplo é o teatro! ... depois continuo, to com sono, mas eu concluo depois!

segunda-feira, 28 de março de 2011

O novo Conto de Escola




Hoje o começo da aula foi bom. Vimos um documentário sobre plantas LINDO! Ou melhor, MAGNÍFICO! De se emocionar!!! Como um dos assuntos que estamos vendo é o reino vegetal e a prova bimestral contém esse assunto, o professor resolveu nos mostrar um filme, que muito me interessou e muito me emocionou, não por meio de lágrimas, mas por sensações que me iquietavam a mente.

Logo depois veio a aula de literatura e por sorte (ou azar) duas delas seguidas uma da outra. Sorte pois eu amo a aula de literatura e azar se refere ao fato de que tendo duas aulas no mesmo dia, demora mais a chegar a próxima aula, visto que temos apenas aulas segundas e sextas. Caso tivéssemos apenas uma aula na segunda, os dias prazerosos seriam maior em número, mas em em intensidade, se é que me entende. No entanto, entre a intensidade e o número, nesse caso, eu prefiro o número e portanto, ficaria muito mais feliz se tivéssemos aulas nas segundas, quartas e sextas, por exemplo, do que apenas duas na segunda e uma na sexta. 

Dessa vez, o professor leu outros dois contos de Machado de Assis. O primeiro não me recordo o nome, mas do segundo eu lembro e chama-se Conto de Escola. Eu já havia lido há um tempo atrás e lembro-me que eu tinha adorado e tinhe muito me identificado com o protagonista em alguns aspéctos. Na época em que li, eu estava no auge dos meus 12, 13 anos, tempo em que eu era uma ótima aluna e tirava excelentes notas, mas não estudava muito. Era vagabunda e não levava a sério a escola. Preferia sonhar ao invés de estudar para restringir meu futuro no que me propunham ser o melhor. No entanto, minha fama nunca condisse com minha real personalidade e por isso podia fazer o que bem entendesse na escola que os professores continuavam me achando santa.

Sim, eu era um tanto corrupta. Mas não de propósito e sim por causa da ridícula visão das pessoas que generalizam os fatos e acham que uma vez quieta e educada, logo boa aluna. "Análise mais superficial!" tenho como resposta a precipitada conclusão.

Por isso a corrupção de "fingir ser o que não era", nunca foi causada por mim mesma e sim por uma visão de pessoas que não sabiam enxergar o que estava por trás do meu olhar penetrante, ao analisar os passos, a voz e os variados gestos dos meus professores.

No entanto, eu era honesta; sempre fui. Se a acaso me perguntassem se eu tinha estudado ou se tinha feito algo de errado, eu não negava e exemplificava o caso perfeitamente. Isso, outrora, fazia com que os professores desesperançados com a turma, me achassem tão belo exemplo que me confiavam a vida deles, se fora preciso. E, eu, percebendo isso, não os decepcionava e cumpria minha palavra de veracidade e honestidade. Por isso, sempre que me confiavam uma missão, eu a fazia com a mais pura e fiel dedicação.
Nisso eu sou diferente do protagonista do conto. No entanto, o fato de ele olhar para o céu azul e ver um mundo lá fora que podia ser explorado e olhar para a sala e achar aquilo de tamanho tédio, é simplesmente eu, encarnado de menino
.
Seu tédio para com a escola exemplifica o meu e sua distração pelo céu, a música e árvores do lado de fora, são as minhas, ao me ver presa naquele ambiente chamado E.S.C.O.LA!

Me sinto presa aqui, sem poder explorar, sem poder sentir o que de fato é a vida. Sinto-me presa pra cantar e fazer o que eu gosto. Minha vida se resume a obrigações e tão pouco divertimento e prazer. E, se acaso tenho prazer, ele é compartilhado com o meu próprio eu, tão solitário ele é de companhias que os entende.
Só eu senti um imenso prazer ao ver as árvores tão belas e exuberantes do filme de plantas. Só eu sonhei com uma volta do Pantanal, só eu imagino-me viajando por lugares diversos e conhecndo culturas diversas...
Os outros? Em namorados, ficantes, perder a virgindade, sexo, drogas, ptoblemas, família ou bvestibular. Assuntos, que pra mim são completamente entediantes! =/
Seilá, quero liberdade, de verdade! Quero concretizar o meu imaginário e não só ficar na teoria. Já enjuei de teoriaaaaaaaaaaaaaaaaa
QUERO VIDA, LIBERDADE, INTENSIDADE!

. Desculpa se ficou erros, não vai dar tempo de revisa 

quinta-feira, 24 de março de 2011

A Merda do Sistema Educacional



O texto abaixo ficou um tanto quanto agressivo! Já estou avisando, ta agressivo sim, mas é pela raiva que sentia no momento! Aliás, acho que esse blog deveria se chamar "O blog da revolta". Sim, porque desde que começou 2011, toda vez que entro aqui estou meio irracional e revoltada...

Eis o texto:

CARAAAAAAAAAAAAAAALHO
Eu to PUTA, PUTA, PUTA e PUTAAAA
Me desculpe pelo palavriado, mas os palavrões me ajudam a eliminar minha raiva, mas me impedem de escrever poeticamente. Infelizemente estou sem saco para poesias. O mundo frio tomou conta do meu coração e o tornou sórdido e cruel com ódio e rancor. Mas isso também faz parte dos românticos. Os extremos... Sim, nós somos extremistas, porém, somos nós que sabemos apreciar as mais belas, tristes, obscuras e intensas sensações. E hoje é a sensação do surto, da merda, do ódio e da vontade de "explodir o mundo" (claro no sentido figurado)

Por que tudo tem que ter utilidade? Por que as pessoas não aprendem simplesmente por aprender?
Porque hoje em dia não há matemáticos por amor ou físicos que estudam estrelas por achá-las tão belas?
Que saco de mundo que tudo dá utilidade... E o pior: a mais tola das utilidades.
Deves aprender matemática para se dar bem empresas. Deves aprender português para ser um bom diplomata.
Deves saber física, pois ajuda a aumentar a tecnologia e ajuda a fazer bombas seilá do que...
Mas que saco!!! Não há pessoas que gostam de coisas, apenas por... gostar? Sem interesse nenhum?

Ando de saco cheio da escola. Se eu pergunto para os meus professor da onde vem tal fórmula física ou matemática, me respondem que não sabem e dizem que "não é útil saber, porque na hora do vestibular..."
Que saco de utilidade. E se eu quiser saber a demonstração da fórmula, só por saber? Por que tudo tem que ser útil?

E quando eu digo isso, me refiro ao tipo de útil deles: ganhar dinheiro e ter sucesso.

Hoje em dia, com as facilidades, as pessoas começaram a desvalorizar a essência, o silêncio e as coisas simples e mais primárias da vida. Zoam os cientistas da Antiguidade por ficaram a vida inteira descobrindo fórmulas... Mal sabem eles, que se não fossem eles, não teríamos o computador, por exemplo. São processos e processos, que ao longo do tempo, vão se complementando e se ajudando até chegar no que é hoje!!! Mas não, ninguém vê isso!! Acham que tudo deve ser rápido e ÚTIL!!!

Aff, tudo tem que ser vestibular e prova. As pessoas não aprendem mais nada por amor ou paixão, só UTILIDADE!
Não são conhecedoras, nem sábias, são INFORMADAS!
Possuem apenas informação e não conhecimento!
E eu que me interesso, me fodo pra CACETE, porque o mundo só está interessado nos informados e não nos conhecedores.


VAI SE FUDEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEER, CARALHOOOO

E aí falam que eu preciso ser "objetiva e rápida". E se eu nasci subjetiva? COMPLETMENTE subjetiva, eu me ferro, é?
Bacana isso, se você tem pensamentos filosóficos demais e pensa demais na hora de responder uma questão, se fode, porque só gostam dos objetivos e práticos. Será que as pessoas não entendem que é necessário os dois tipos de pessoas?

O que seriam do mundo sem os poetas, que tanto dão brilho as palavras, enrolam e costuram sobre um único fato para embelezar mais a vida?
Mas o que seriam dos doentes em pleno auge da cirurgia, se só houvesse médicos de pensamentos tão filosóficos e complexos que não fossem capazes de tomar uma decisão precisa e rápida?
São necessárias os DOIS tipos de pessoas e essas duas características em uma mesma pessoa. É necessário um equilíbrio pessoal disso. No entanto, vejo que a tendência está muito mais favorável para o lado da objetividade, do que qualquer outra coisa.

Eu não vou ser médica, é claro. Imagine só eu fazendo uma cirurgia que necessitasse uma solução rápida...

O paciente estaria na missa de 7º dia, quando eu chegaria na sala e declarasse: "Cheguei a conclusão! Devemos fazer isso e aquilo" Realmente não daria certo!
Mas, em compensação, eu chego em uma solução tal, que é tão boa, que os erros são quase nulos. O meu caminho é muito mais colorido e florido. Meu aproveitamento do mundo é bem melhor, minha degustação é bem mais prazerosa. Mas isso exige TEMPO e SUBJETIVIDADE, coisas que hoje em dia ninguém mais valoriza. =/

Principalmente na porra da escola. E daí falam que eu preciso de terapia.... Ah, vai se fuder!!! Precisando de terapia é vocês pra ver o mundo doente em que vocês vivem. O mundo dos rápidos, dos úteis, dos objetivos, dos práticos, dos tecnológicos...
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH
E cade a essência? A simplicidade? Ficaram aonde?
Não, mas esses caras estão no auge, são aceitos, valorizados, não se dão ao trabalho de ver os que não fazem "nada de útil pra sociedade"
CAra, eu to puta, confusa e pareço uma louca, mas é porque ninguém me ouve!!! AAAAAAAAAAA
E quando me ouvem, só sabem falar que: "você tem muito que crescer ainda", "o mundo é assim", "você precisa aceitar os fatos", "não se pode fazer nada", "você está fugindo do ponto", "Você acha que sabe alguma coisa da vida, garota?", "acha que consegue mudar?" ou começam a falar milhões de coisas que eu já sei, já ouvi e já entendi.

Mas sabe o que eu queria ouvir? Ouvir MESMO? : "Sério? Então vai lá, muda e deixa que eu te ajudo!" ou simplesmente pararem de me taxarem como infantil sem entender que o meu único problema é me sentir completamente desvalorizada, inútil e invisível (em todos os sentidos) e não estar fazendo nada que eu goste. PRONTOOOO! É só isso! Tanto é, que no teatro, que eu amo, me sinto a melhor pessoa do mundo, sou simpática com todos, sorrio e consigo não extrapolar meus limites, porque lá eu sou ACEITA!!  ACEITAÇÃO:é só isso que preciso, muito mais do que valorização! Acho que encontrei a palavra certa! Não é valorizar, é aceitar que eu sou diferente e ACABOU! Sem ficar falando isso, dizendo aquilo e falando que eu to louca e blábláblá!
Lá, em que eu sou aceita, me comporto normalmente e tenho CERTEZA que as pessoas nem desconfiam dessa minha loucura. Não tem nada de terapia, nem psicóloga, o esquema é fazer o que eu gosto!

Nada de provas, exames e matérias úteis pro vestibular. Quero é conhecimento e principalmente expressar tudo que eu sei através de trabalhos. Tenho certeza que se pedissem um trabalho individual, uma entrevista, uma palestra ou algo do tipo, eu daria um show pra muita gente. Mas não! Eles só aplicam prova e acham que tão provando grande coisa. Sinceramente, o que algumas folhinhas A4, sabem ao meu respeito? NADA, direi a elas, NADA!

Esse sistema só aprova e valoriza os informados e rápidos, SÓ! Porque mesmo quando eu to informada não consigo terminar a prova pela minha subjetividade.

Talvez se houvesse segmentos da sociedade que reconhecessem meus talentos, me esforçaria para ir bem nas provas e simulados. Mas NÃO! Só sabem falar: "Na hora do vestibular, você sabe, né?", "Você tem que mudar isso, não pode ser devagar desse jeito!". E isso me deixa com tanta raiva, que quase por instinto demoro mais ainda na prova, só pra contradizê-los e mostrar que o mundo é assim, porque ELES o fazem assim e não fazem nada para mudá-lo.

Mas eu não ligo. Um dia alguém vai ter que parar para refletir e ver que tem uma certa verdade nisso tudo que eu falo. Não é à toa que artistas como Van Gogh foram reconhecidos após a morte e cientistas taxados de loucos, tiveram suas teorias comprovadas anos mais tarde.

Se isso é um erro antigo e tantas vezes já aconteceu, por que as pessoas ainda insistem em cometê-lo? Por que não abrem os olhos e OUVEM, ESCUTEM e REFLITEM PELO MENOS!!! Não estou dizendo que estou certa, mas tenho certeza que do jeito que ta, também não está! Por que não me ouvem, pelo menos para ver se o que falo tem algum sentido? É só ouvir, não custa!!! E aliviaria UM TANTO meu coração. Porque é sério estou CANSADA em alunos só interessados em nota ou em como passar de ano, sem um pingo de consideração ou interesse pelo conhecimento ou por uma causa, por mais boba que seja.

Pode ser a "essência da mesa de madeira". FODA-SE! Se a pessoa gosta disso, que vá viver sua vida a procura dessa essência. Melhor do que não ter nenhuma e seguir um padrão ridículo de notas, interesse, vestibular bem feito, faculdade, namoro, casamento, sucesso profissional e filho. =p Não que eu tenha algo contra essa rotina de vida. É CLARO que você pode fazer tudo isso! Pode e apoio qualquer um que opte por essa caminho. Contudo, imponho uma única condição: que se faça isso tudo por uma causa, uma paixão, um desejo ou pelo amor. Não só pelo sucesso ou dinheiro ou mesmo porque "a vida é assim". Não! NÃO E NÃO, CACETE!!
Faça por amor, porque vale a pena, ou simplesmete porque o ama o que faz.

Isso é o que importa! O resto vem depois!!!

Estou infeliz nessa porra de escola que não me ouve, que não dá espaço pra mostrar quem eu verdadeiramente sou. Estou farta de professores me perguntando se eu estudei muito ou se estou com dificuldade. Não PORRA. NÃO TENHO DIFICULDADE! Só não aguento mais PRESSÃO em cima de mim!!! Quero aprender por aprender. Quero ver a química dentro da beleza das substâncias. Quero ver a física em um parque de diversão em cima de uma montanha-russa. Quero ver a matemática nas flores. Quero ver a biologia na vida. Quero ver a filosofia na humanidade. Quero sentir a sociologia em uma tribo indígena. Quero ver a história como análise para um recomeço. Quero ver a geografia numa montanha. Quero ver a gramática escrevendo. Quero ver inglês em um intercâmbio. Quero redação longe daquelas linhas limitadas e estruturas, de modo que se torne a mais divina e esplêndida forma de expressão. E quero a literatura somente por ela própria, pois ela inteira já é perfeita e com tal grandeza que mais nada é necessário para que eu me interesse por ela. =)

Quero PAIXÃO, EMOÇÃO, SENTIDO, VIDA nas coisas. Isso já me basta para me tornar ma boa aluna, mas acreditem: isso é o mais difícil de ser realizado. =/

Sem assunto!

Olá pessoas,

Faz um tempãããão que não posto NADA! Isso ocorreu por 3 motivos: falta de disposição, tempo e inspiração. Mas como já faz um tempo que não passo por aqui, resolvi contar algo. Não sei ao certo, o que contar, mas vou contar. Fiz tantas coisas esse mês... Inclusive é o mês do meu aniversário, março! Por isso PARABÉNS pra mim!
Vou ser sincera, que fazer aniversário nunca foi algo que me agradou. Quer dizer, me agradava, quando eu ainda era uma criança, mas só! Foi só eu crescer, que passou a ser um saco, cada data celebrada!
Hoje é um dia em que, particularmente, estou muito irritada. Não sei, qualquer presença humana me irrita!
A escola me irritou, as pessoas me irritaram...
Em função disso, resolvi postar logo a seguir um texto em que eu falo como eu me sinto na escola. Já faz um tempo que eu o escrevi, mas como tem tudo a ver com a sensação que me aflinge agora, vou postar!